| Estudantes participam da votação. |
Após discussão que duram cerca de 18 meses, foi aprovado na Câmara nesta terça feira (13) o Plano Nacional da Educação (PNE) que inclui a aplicação de 10 % do Produto interno Bruto para a educação. De acordo com o texto, aprovado simbolicamente nesta terça-feira depois de acordo costurado com os deputados da comissão, até 2015, a meta será a de aplicação de 7% do PIB em investimento direto em Educação e até 2020, de elevar o percentual até 10%.
Desde o início da tarde, mais de 300 manifestantes, a maioria estudantes, lotaram três salas de comissão da Câmara para acompanhar a votação dos destaques ao projeto do PNE. O governo tentou evitar até mesmo o quórum no início da sessão, mas não conseguiu e acabou tendo que negociar um acordo para evitar a derrota na comissão
O investimento foi aprovado por meio de destaque do PDT, que cria ainda uma meta intermediária, de 7% do PIB para a área em cinco anos. O projeto do executivo previa 7% do PIB e o relator, Angelo Vanhoni (PT-PR), havia sugerido 8%, mas apoiou na última hora a proposta defendida por entidades ligadas ao setor.
Desde o início da tarde, mais de 300 manifestantes, a maioria estudantes, lotaram três salas de comissão da Câmara para acompanhar a votação dos destaques ao projeto do PNE. O governo tentou evitar até mesmo o quórum no início da sessão, mas não conseguiu e acabou tendo que negociar um acordo para evitar a derrota na comissão
O investimento foi aprovado por meio de destaque do PDT, que cria ainda uma meta intermediária, de 7% do PIB para a área em cinco anos. O projeto do executivo previa 7% do PIB e o relator, Angelo Vanhoni (PT-PR), havia sugerido 8%, mas apoiou na última hora a proposta defendida por entidades ligadas ao setor.
Mais nem tudo são flores. Após a aprovação na Câmara do Plano o Ministério da Educação (MEC) divulgou nota informando que irá estudar as repercussões da proposta. De acordo com o texto, o ministro Aloizio Mercadante avaliou que o aumento do investimento será uma “tarefa política difícil de ser executada”. De acordo com o MEC, ampliar os investimentos para 10% do PIB “equivale, na prática, ao longo da década, a dobrar em termos reais os recursos para a Educação nos orçamentos das prefeituras, dos governos estaduais e do governo federal”.
“Em termos de governo federal equivale a colocar um MEC dentro do MEC, ou seja, tirar R$ 85 bilhões de outros ministérios para a Educação”, disse Mercadante, segundo o texto divulgado pelo ministério. Agora é esperar as decisões do senado
Parabéns ao Deputado Paulo Rubem Santiago por defender com afinco e determinação essa bandeira, que foi de Darcy Ribeiro, Brizola e de tantos outros, e que hoje, por obrigação é de todos nós que defendemos o desenvolvimento do nosso país! Sem educação não há progresso.
foto de divulgação : Agencia Brasil
Cleiciano Galdino /Secretaria de Comunicação Social
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